quinta-feira, 9 de junho de 2011

Confira 5 importantes dicas antes de começar a usar sapatilhas de ponta:

Como todo bailarina clássica, se você sonha dançar na ponta, lembre-se que isso requer muita força nas pernas e nos pés. Alguns professores tem exigências diversas para iniciar o trabalho com a sapatilha de ponta. Mas, como saber quando você está pronta para usar as sapatilhas de ponta?

1- Ter idade para “entrar” nas pontas

Alguns professores simplesmente confiam na habilidade da bailarina. Porém, como o crescimento e fortalecimento dos pés acontecem quando se está prestes a completar 11 ou 12 anos de idade, alguns acham que esse seria o momento certo de incluir o trabalho com a ponta. É muito importante lembrar que você nunca deve dançar nas sapatilhas de ponta, sem um professor para te orientar, pois do contrário, vai ser fácil se machucar.

2- Quantos anos de formação nas pontas

Não é possível começar uma carreira de ballet já nas sapatilhas de ponta. Para conseguir dançar nas pontas, é fundamental atingir a forma, força e o alinhamento para uma transição bem sucedida. Técnica apropriada também é necessária para poder usar os pés sem riscos de lesão.

3- Aula de pontas

As aulas são muito importantes para manter a técnica e a flexibilidade necessária para o trabalho nas pontas, sendo assim, é necessário frequentar as aulas pelo menos 3x por semana. A aula deve seguir normalmente, podendo prorrogar o tempo dela por meia hora. Isso garante que todo o corpo, especialmente os pés e tornozelos, sejam devidamente aquecidos.

4- Preparação física para dançar nas pontas

São os professores que avaliam as bailarinas para determinar se estão fisicamente prontas para atender as exigências do trabalho nas pontas. É papel do professor verificar a posição correta do corpo, alinhamento, afluência suficiente, força e equilíbrio, e domínio das técnicas básicas do ballet.

5- Maturidade emocional para o trabalho nas pontas

Trabalhar nas pontas é trabalho duro. As aulas são mais exigentes, para o corpo e principalmente para os pés. Além disso, exigem-se certas repsonsabilidades para manter as sapatilhas, sendo fundamental aprender a maneira correta de colocá-las nos pés e amarrá-las no tornozelo. É muito importante também cuidar para mentê-las em bom estado. Escolher dançar sobre as pontas é uma decisão que deve ser levada a sério. (Fonte: Ideal)

segunda-feira, 30 de maio de 2011


‎"Meu caminho é feito de uma alma com pés valentes, mesmo quando cansados arriscam mais um passo.
É essa doce valentia que me trouxe até aqui..."

A Bela Adormecida
      Bailado em Prólogo e três atos.
      Música de:Piortr Ilyitch Tchaikovky (opus 66).
      Libreto e coreografia : Marius Petipa.
      Estréia :15 de janeiro de 1890 no Teatro Marinsky de São Petersburgos, sob a regência do maestro e compositor também de bailados Ricardo Drigo.
      O bailado se baseia na famosa historia da carochinha, o conto infantil de mesmo nome, de autoria do francês Charles Perrault (1628-1703), publicado em 1697 no livro Histories ou Contes du temps passe avecdes moralites ou Contes de ma mére l’oie.
      O próprio Tchaikovsky declarou que, depois de Eugen Onegin, a ópera que precedera de dez anos A bela Adormecida, o Ballet fora a obra que mais lhe agradara escrever. A partitura é de uma inventividade e felicidade de expressão a toda prova. A 2 de novembro de 1912 o Teatro Alhambra, de Londres, levou à cena outra versão do bailado, com algumas partes novas orquestra por Stravinsky, e no último ato várias danças do bailado O Quebra-Nozes, também de Tchaikovsky. Esta versão londrina é apresentada algumas vezes na atualidade. Existe também um bailado, em um só ato, chamado As Bodas de Aurora, que consta de fragmentos de A Bela Adormecida, particularmente do último ato desse ballet e que foi representado pela primeira vez em Londres 1922. Há um grande número de personagens, além de imenso corpo de baile.
      Personagens: Rei Florestano XXIV; Rainha; Canatalbutte, Mestre de Cerimônias; fada dos Pinheirais; Fada Flor de Cerejeira; fada dos Colibris; fada dos Pássaros Canoros; fada Cravo; Fada de Freixo da Montanha; Fada Lilás; Carabosse, a fada Má; Princesa Aurora; Príncipe Encantado (Desiré, algumas vezes chamado também de Florimundo); Gallison; Ratos; Amas da Princesa; Ministros de Estados; Pajens; arauto do Rei; Médico do Rei; Damas de Honra; Príncipe indiano; Príncipe italiano; Príncipe italiano, Príncipe inglês, Pierrette; Colombina; Pierrot; Arlequin; Gasto de Botas; gatinha Branca; Pássaro Azul; Princesa Encantada; Chapeuzinho Vermelho; Lobo; Barba Azul; Ariana; Ana; Sheherazade; Xá; Princesas de Porcelana; Mandarim.
      O Prólogo e o primeiro ato transcorrem no século XVI. Os dois últimos atos no século XVII. Prólogo- O batizado
      No pátio do Rei Florestano XXIV estão sendo feitos os preparativos para o batismo de sua filhinha, a Princesa Aurora. Vão aos poucos chegando damas e cavalheiros, anunciados e conduzidos por Cantalbutte, Mestre de Cerimônias. Num berço, dorme a princesinha. Uma fanfarra de trompas anuncia a entrada dos soberanos, que beijam a filha, e tomam assento nos tronos. Entram as boas fadas com presente para Aurora. A última a chegar é a Fada Lilás, que será a protetora da Princesa. As fadas prometem que Aurora terá beleza, graça e talento. Cada uma das fadas dança um curto solo característico, culminando com a valsa da Fada Lilás. Quando as fadas se reúnem em torno do berço, há uma agitação, e um pajem anuncia que está chegando Carabosse, a fada Má, que entra numa carruagem negra puxada por quatro ratos. A feiticeira está irada porque não foi convidada para ser madrinha de Aurora, como as outras fadas, e ameaça Cantalbutte. A fada Má tenta se aproximar do berço, mas as outras fadas a impedem. Carabosse virasse, então para os soberanos, e diz que a Princesa terá realmente graça e beleza, mas um dia espetará o dedo e morrerá. Carabosse tenta de novo se aproximar do berço, mas a Fada Lilás não deixa. Furiosa, ela se retira. A Fada Lilás consola a todos, dizendo que Aurora não morrerá, mas apenas ficará adormecida até que um Príncipe venha a despertá-la com um beijo de verdadeiro amor.

Primeiro Ato- Encantamento

      Estamos nos jardins do palácio real, 16 anos depois. O rei proibiria, desde a profecia de Carabosse, fusos e agulhas em seu reino. Há uma dança em honra de quatro príncipes, que vieram da Inglaterra, da Itália, da Espanha e da Índia, a fim de pedir a Mão da Princesa Aurora. Cantalbutte, ao ver fusos nas mãos de alguns jovens, apressa-se a arrancá-los deles, lembrando a proibição real. Entram o rei e a rainha. O rei, ao ver os fusos, fica furioso, mas é acalmo pela esposa. Depois que os príncipes se apresentam, entra Aurora. Aurora é apresentada aos príncipes, seguindo-se o conhecido adágio da Rosa, quando a princesa dança com os quatro pretendentes. Depois, as danças das damas de honra e dos pajens. Uma velha encapuçada entra despercebida e oferece a Aurora um fuso de fios de várias cores. Aurora aceita, agita o fuso sobre a cabeça e espeta o dedo. Logo depois, cai ao solo. Ouve-se um estrondo, e Carabosse se revela como a velha, rindo triunfante e fugindo em seguida. A Fada Lilás aparece, manda que levem Aurora para o palácio e com sua varinha mágica, transforma o cenário numa floresta de árvores e flores.

Segundo Ato- A visão

      Cem anos depois numa clareira na floresta à beira de um riacho. O Príncipe encantado com amigos. Quando estes se vão, o príncipe fica só e demonstra sua tristeza. Surge a Fada Lilás, a quem o príncipe conta seus desgosto. A fada, numa visão, lhe apresenta Aurora, e o príncipe se apaixona por ela. Dança com Aurora e outras fadas. Acaba a visão. O príncipe se queixa à Fada Lilás, que promote levá-lo ao castelo, onde a bela adormecida espera um beijo de amor.

Terceiro Ato - O Despertar e o Casamento

      O grande salão do rei, envolto em pó e telas e aranha, num abandono de um século. No centro do salão, um esquife e dentro dele, a Princesa Aurora adormecida. Entram a Fada Lilás e o Princípe. Este se aproxima da princesa e a beija docemente. Aurora desperta, e logo o salão se enche de luz, desaparecendo os vestígios de abandono. O esquife mergulha no chão, e o palácio ressurge em todo o seu esplendor. Todos despertam do sono de cem séculos. Segue-se a grandiosa cena do casamento. Desfilam todos os personagens dos contos de fadas infantis, com suas danças característica. Depois, o Príncipe Desiré e a Princesa Aurora executam um longo pas de deux. Concluído este, todos se juntam numa brilhante mazurca final, numa grande alegria.



segunda-feira, 23 de maio de 2011


Fui bailar no meu batel
Além do mar cruel
E o mar bramindo
Diz que eu fui roubar
A luz sem par
Do teu olhar tão lindo
Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração
Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo
Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração
Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo


quarta-feira, 18 de maio de 2011


A menina dança sozinha
por um momento
A menina dança sozinha
com o vento, com o ar, com
o sonho de olhos imensos…
A forma grácil de suas pernas
ele é que as plasma, o seu par
de ar,
de vento,
o seu par fantasma…
Menina de olhos imensos,
tu, agora, paras,
mas a mão ainda erguida
segura ainda no ar
o hástil invisível
deste poema!

Mario Quintana

terça-feira, 17 de maio de 2011

Fazer com que o amor à arte, contagie a todos,
enternecendo os corações endurecidos,
lançando suas sementes pelo mundo e vendo
delas surgir a esperança de um mundo melhor.